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O que só tu e eu e pouco mais entende

Eu não sei escrever, apenas tenho muitas, muitas histórias! by Nessie

O que só tu e eu e pouco mais entende

Eu não sei escrever, apenas tenho muitas, muitas histórias! by Nessie

O amor é bipolar

 

O amor não pode ser definido como um sentimento muito lindo, em que as pessoas andam sempre de sorriso de orelha a orelha (portanto com cara de parvas) e que em vez de caminharem como as pessoas normais, planam, levitam. Isso é a paixão. E essa, meus amigos não dura para sempre. Ainda bem que assim é, porque o coração não foi pensado para tantas emoções juntas.

Quem nunca sentiu: Amo-te tanto que te odeio ainda mais?

Quem não sentiu, é porque nunca amou. A sério! E é melhor pensarem bem se se querem meter nisso.

Dizem que a linha que separa o amor do ódio é muito ténue. Pois eu acho que ela não existe de todo. Andam antes de mãos dadas, como se fossem os melhores amigos, a fazer pouco de pessoas que se encontram alteradas emocionalmente, pessoas que se amam!

Se não fosse assim, porque é que acabamos sempre por tratar pior as pessoas de quem mais gostamos?

Porque é que as pessoas de quem mais gostamos é que conhecem o pior de nós? Porque as amamos!

Gostamos tanto delas que até irrita.

Eu gosto muito do meu marido, mas às vezes preferia não o ver ou sequer ouvir a sua voz durante uma semana. Amo-o tanto!

O amor é assim.

Pode ser o sentimento mais maravilhoso, onde damos o melhor de nós. Somos fofas, carinhosas, cuidamos do nosso homem. Como de repente nos tornamos em bruxas terríveis, verdadeiras Maléficas, capazes de dizer as maiores barbaridades, mesmo que não sejam verdade, só para ter o prazer de magoar o nosso querido marido/namorado/companheiro ou afim.

Mas a culpa não é nossa. É do maldito amor.

Não conseguimos viver sem ele. Mas às vezes é insuportável conviver com ele.

Por isso é que digo que o amor é bipolar.